


Nessa etapa, nos foi proposto que, a partir do que foi feito no exercício anterior - a partir de nós e arestas, criar um volume - elborássemos a técnica, usando cola quente como nós e palitos como tensores. O trabalho resultante serve de modelo para o seguinte, a ser realizado com arames e solda de estanho.
Acima, o volume resultante: uma cobertura - parte de uma geodésia, ainda que com arestas removidas (para que se formassem faces hexagonais) - com tensores que a sustentam. a estrutura foi toda planejada usando como módulo básico a pirâmide, ainda que, em algumas delas, arestas tenham sido descartadas para conferir maior leveza à mesma, como é o caso dos suportes e dos hexágonos formados na cobertura.
Para mim, a cola quente foi uma alternativa excelente à massa de modelar ou às espumas florais como nós; seca rapidamente, deixando o nó resistente, mas é facilmente moldável - caso necessário - ao ser aquecida. Isso facilitou, já que mudei o projeto da estrutura algumas vezes, e foi fácil modificá-la sem danificar os nós adjacentes.